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Economia negocia com Congresso versão mais suave de reforma da tributação de empresas

A ideia é fazer a redução do IRPJ/CSLL de 34% para 30% e colocar uma taxação de dividendos de 10%

Reforma Tributária
Paulo Guedes, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco. Crédito: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Uma nova articulação envolvendo os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o alto escalão da equipe econômica pode relançar a reforma do imposto de renda das empresas, em versão mais enxuta e suave. A ideia, segundo uma fonte, é fazer a redução do IRPJ/CSLL de 34% para 30% e colocar uma taxação de dividendos de 10%.

Além disso, uma versão mais suave de Refis, que tem em Pacheco o principal defensor, é parte da negociação. Ainda não há nada fechado, mas diante da insistência do chefe do Senado com o tema do Refis, que tem resistência na Economia, a discussão da reforma do IR das empresas voltou à tona.

Há uma leitura na área econômica de que o humor internacional virou em favor do Brasil, especialmente depois da guerra na Ucrânia. E por isso reduzir o IRPJ é um jeito de atrair investimentos para cá, incluindo o país nas cadeias globais de produção.