Análise

Risco Político

Exclusivo: Presidentes de partidos falam sobre chances de aprovação da ‘nova CPMF’

Paulo Guedes busca testar a receptividade do Congresso à pauta considerada ‘tabu’ entre deputados e senadores

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante videoconferência / Crédito: Isac Nóbrega/PR

Com a defesa pública da agenda de recriação de uma tributação de transações financeiras, nos moldes da antiga CPMF, a equipe de Paulo Guedes busca testar a receptividade do Congresso à pauta considerada ‘tabu’ entre deputados e senadores.

O ministro já treina as mensagens-chave da campanha de convencimento ao “centrão” e à opinião pública. Disse que é “feio, mas não é tão cruel” quanto outros e acrescentou: “se todo mundo pagar um pouquinho, não precisa pagar muito”.

Embora seja abordado somente numa segunda fase da reforma tributária, a nova CPMF precisa ser digerida por congressistas. A proposta em estudo é tributar as transações financeiras que ocorrem de forma digital com uma alíquota entre 0,2% e 0,4%.

JOTA foi a campo e ouviu dirigentes dos principais partidos com representação expressiva no Congresso sobre o tema. Há um evidente desconforto com a pauta, mas algumas das siglas do centro político começam a flexibilizar o discurso.

Leia a íntegra do relatório especial produzido pelo analista-chefe do JOTA em São Paulo, Fábio Zambeli.