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Os principais votos e a vida institucional de Celso de Mello em 2 livros

‘O Supremo de Celso de Mello: trajetória, perfil e legado’ reúne artigos de participantes de série de webinars do JOTA

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Decano da Corte, o ministro Celso de Mello- Crédito: Nelson Jr/ SCO-STF

Dois livros, que chegam em breve às livrarias e já estão em pré-venda, abordam o legado do ministro aposentado Celso de Mello, que integrou o Supremo Tribunal Federal (STF) por 31 anos. As decisões do ministro ajudaram a dar forma ao papel central do STF na democracia brasileira; e, como decano, conseguiu construir uma voz individual de relevante autoridade, para dentro e para fora do tribunal.

O livro ‘O Supremo de Celso de Mello: trajetória, perfil e legado‘, lançado pelo JOTA e pelo Insper e publicado pela Editora Letramento, reúne artigos dos participantes da série de webinars ‘O STF de Celso de Mello’, promovida pelo JOTA e pelo Insper, com patrocínio do Pinheiro Neto Advogados. A obra foi coordenada por Diego Werneck Arguelhes, professor associado do Insper e doutor em Direito pela Yale University, e por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio-fundador do JOTA.

Os textos reunidos no livro analisam a trajetória e a atuação de Celso de Mello, bem como os legados e desafios deixados por sua aposentadoria, para refletir de forma mais ampla sobre o lugar do STF e da Constituição no Brasil desde 1988.

Já o livro ‘Celso de Mello: três décadas de Supremo de Constituição‘ reúne 70 votos elencados pelo próprio ministro como os mais importantes de sua carreira. Os votos do ministro ajudaram a Corte, de forma decisiva, a construir o Direito Constitucional moderno e a consolidar a democracia brasileira. A coordenação da obra foi feita por Felipe Recondo e Marcelo Proença, procurador do Distrito Federal e professor do IDP.

Recondo, que é coautor dos dois livros sobre Celso de Mello, é um dos finalistas do 62ª edição do Prêmio Jabuti, na categoria Ciências Humanas, com o livro “Os onze: O STF, seus bastidores e suas crises“, escrito em coautoria com o jornalista Luiz Weber.