Opinião & Análise

Tecnologia

Nuvem e proteção de dados no setor público

Microsoft investe, em segurança, US$ 1 bilhão por ano

Imagem: Pixabay

Muito se discute sobre as perspectivas de transformação digital que tecnologias emergentes, como inteligência artificial e internet das coisas, podem propiciar. Impulsionadas pela enorme capacidade computacional da nuvem, essas tecnologias vêm gerando ganhos de eficiência, inovação e economia nos setores público e privado.

Quando falamos do setor público, ávido por soluções que tragam maior produtividade para o país, fica claro que a adoção de tais tecnologias pode proporcionar um salto de qualidade na administração, resultando numa melhor prestação de serviços públicos para o cidadão e num Estado mais inteligente.

O uso da inteligência artificial, viabilizado pela nuvem, dá ao gestor público a habilidade para tomar decisões mais ágeis e eficazes, e a capacidade de inovar na criação de políticas públicas para investimento em áreas prioritárias para a população. Isso vai desde uma redefinição de rota de ônibus escolar que poupe tempo do motorista e dos estudantes, reduzindo gastos com combustível, até o cruzamento de bases de dados de incidência de tributos em diferentes municípios para identificar falhas na cobrança e recuperar receitas.

No Executivo, no Legislativo e no Judiciário, na saúde, na segurança, no transporte e na educação, todas as atividades da máquina pública podem ser transformadas digitalmente para proporcionar serviços mais eficientes e redução de despesas.

Uma questão importante é a necessidade premente de manter as informações do cidadão a salvo de ameaças cibernéticas, um problema dos nossos tempos. Nesse sentido, plataformas de computação em nuvem se mostram muito mais capazes de detectar, proteger e combater o crime virtual.

Apesar de tantos exemplos bem-sucedidos em muitos países, a adoção de serviços de nuvem pelo setor público no Brasil, providos por empresas privadas, ainda é uma novidade e, portanto, é natural que suscite dúvidas, especialmente no campo da privacidade e segurança de dados.

Sabemos que a adoção da nuvem é uma jornada, que exige diálogo, informação e experiência para a construção de confiança. Por isso, na Microsoft, optamos por uma abordagem do assunto baseada em princípios fundamentais e inegociáveis –segurança, privacidade, transparência e conformidade.

Dessa forma, atendemos empresas e governos em todos os lugares do mundo, respeitando as leis locais. Nossos serviços de nuvem são disponibilizados por meio de uma rede de datacenters distribuída por 140 países, inclusive no Brasil, que além de manter o cliente no controle de seus dados, também mantém a disponibilidade dos serviços mesmo em situações críticas como aquelas provocadas por incidentes naturais. Somente em segurança, investimos US$ 1 bilhão por ano, e oferecemos 91 certificações internacionalmente reconhecidas.

Entendemos a privacidade dos dados pessoais como um direito humano fundamental. Nossos clientes são os proprietários de seus dados, que estão protegidos, inclusive pelas mais modernas técnicas de criptografia. Privilegiando a transparência, asseguramos a nossos clientes visibilidade, acesso e controle de seus dados.

A Microsoft, por exemplo, foi uma das primeiras apoiadoras do GDPR na Europa e optamos por adotar como padrão seus rigorosos parâmetros de privacidade e proteção para todos os clientes no mundo. Aqui no Brasil, também nos preparamos para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em 2020.

Entendemos que os benefícios dos nossos serviços em nuvem vão além de proporcionar inovação, eficiência, produtividade e competitividade para as organizações. São também uma indispensável ferramenta para trazer maior segurança e proteção de dados.


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