Opinião & Análise

STF

Farinha pouca, meu pirão primeiro?

É inaceitável que o poder público siga remunerando um grupo seleto de servidores em desacordo com os limites previstos na Constituição

Enquanto assistimos à calamidade resultante da precarização e da desestruturação de serviços públicos essenciais, como saúde, educação e segurança pública, Estados e União seguem remunerando carreiras públicas com valores que podem superar o dobro da remuneração dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, hoje em R$ 33.763,00, que é o limite previsto na Constituição como teto […]

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