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Aposentados e pensionistas do TST poderão usar biometria facial em prova de vida

Beneficiário precisa ter biometria cadastrada no Denatran ou no TSE e baixar o aplicativo GOV.BR

Mulher faz reconhecimento facial
(Crédito: Proxyclick Visitor Management System/Unsplash)

Magistrados, servidores aposentados e pensionistas do Tribunal Superior do Trabalho (TST) poderão utilizar, a partir de agora, a biometria facial na hora de fazer a prova de vida. Ela deve ser realizada pelo GOV.BR e é uma alternativa ao comparecimento presencial na agência bancária em que o beneficiário recebe o provento ou a pensão.

Esse mesmo procedimento já é utilizado pelo INSS, pelas Forças Armadas e pelos servidores aposentados e pensionistas da Administração Pública Federal e, agora, chega ao Judiciário.

Para realizar a prova de vida digital, o beneficiário precisa ter sua biometria cadastrada no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) ou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e baixar o aplicativo GOV.BR, que já está disponível nos sistemas Android e iOs. A comprovação é feita por meio da validação facial, conforme instruções presentes no aplicativo.

Segundo o governo federal, trata-se de uma forma ágil e segura para a comprovação de identidade. De acordo com o TST, o uso da biometria facial, via GOV.BR, vai facilitar também o processo do recadastramento dos beneficiários.

A medida foi uma parceria entre o Tribunal e a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.