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OAB-MG estuda realizar recontagem de votos em eleição presidencial

Segundo colocado, Sergio Murilo, da chapa OAB Vanguarda, alega fraude no processo eleitoral

OAB-MG
Raimundo Cândido, vencedor da eleição para presidente da OAB-MG, durante votação - Crédito: Divulgação/OAB

A seccional da Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais (OAB-MG) estuda a possibilidade de realizar uma recontagem dos votos da eleição para a presidência do órgão, que ocorreu no sábado (24/11).

De acordo com o presidente da comissão eleitoral da OAB-MG, Antônio Marcos Nohmi, a equipe jurídica da chapa 1, OAB Vanguarda, do candidato Sergio Murilo Braga, que terminou na segunda colocação da eleição, protocolou um pedido oficial de recontagem. “Até sexta-feira (30/11), a comissão eleitoral decidirá sobre o pedido”, informou Antônio Marcos.

O presidente da comissão eleitoral também afirmou que está reunindo todos os boletins e atas das seções de votação em todo o estado de Minas Gerais. “Vamos digitalizar todos os documentos da votação e enviar um link para que os franqueados possam ter o conhecimento do resultado final”, explicou o advogado, acrescentando que a medida será feita “da forma mais rápida possível”.

Fraude

O candidato Sergio Murilo, que terminou a eleição na segunda colocação, alega que houve uma fraude no processo eleitoral para a presidência do órgão. O candidato teve 17.965 votos, enquanto Raimundo Cândido Junior, da chapa OAB Mais Forte, recebeu 18.076 e foi o vencedor da eleição.

Um vídeo, publicado no canal do Youtube do “Portal UAI”, mostra Sergio Murilo realizando um suposto discurso de vitória antes do resultado final da eleição, alegando já possuir a quantidade suficiente de votos para uma vitória eleitoral.

Outro vídeo, publicado no canal do Youtube da “Rádio Itatiaia”, mostra o candidato derrotado recebendo uma ligação de parabenização pela suposta vitória na eleição.

Em nota, a assessoria de imprensa da OAB-MG indicou que, durante o processo, as chapas tiveram participação ativa na fiscalização das eleições e acompanharam os fiscais indicados por cada chapa, em todas as seções de votação.

A nota também indica que a “apuração foi feita pelos próprios mesários, facultada a presença desses fiscais, e as atas e boletins foram assinados pelos representantes das chapas que estavam presentes, sem que houvesse nenhum questionamento ou impugnação de urna”.


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