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MPF ajuiza 3 ações por improbidade ligadas à Zelotes

Representantes do Banco Safra e ex-funcionários do Carf e da Receita estão entre os réus

Zelotes
Crédito Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF/DF) protocolou as primeiras ações de improbidade administrativa relacionadas à Operação Zelotes. São três ações com 13 réus, entre eles representantes do Banco Safra, ex-conselheiros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e ex-funcionários da Receita Federal.

Nos processos, o MPF/DF pede o pagamento, pelos réus, de cifras que superam os R$ 8 milhões. Os valores dizem respeito ao pagamento de multas e o ressarcimento aos cofres públicos. O órgão requer ainda que as partes respondam por enriquecimento ilícito, danos ao erário e violação dos princípios da Administração Pública.

Os processos propostos pelo MPF/DF dizem respeito a três situações. Os representantes do Banco Safra responderão por supostas irregularidades no andamento de três processos administrativos envolvendo a empresa JS Administração de Recursos pertence ao grupo Safra. Nos casos é cobrado R$ 1,8 bilhão em tributos.

Constam como réus pessoas já relacionadas anteriormente à Operação Zelotes, como José Ricardo Silva, Lutero Fernandes do Nascimento e Paulo Roberto Cortez. O ex-conselheiro João Carlos de Figueiredo Neto, preso em flagrante enquanto negociava o recebimento de propina do Itaú Unibanco Holding, também foi processado.

As ações serão distribuídas entre as varas cíveis de Brasília.

Clique aqui, aqui e aqui para ler as íntegras dos processos.


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