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Evandro Valadão Lopes, do TRT1, é indicado ao cargo de ministro do TST

Nome do magistrado foi encaminhado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), nesta terça-feira

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Crédito: Flickr/@TST_oficial

O desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Evandro Pereira Valadão Lopes teve o seu nome encaminhado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), nesta terça-feira (30/4), para apreciação do Senado Federal para exercer o cargo de ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

O desembargador foi escolhido para ocupar a vaga da ministra Maria de Assis Calsing, que se aposentará no início de agosto. A indicação do magistrado foi publicada no Diário Oficial da União.

Lopes é natural do Rio de Janeiro e iniciou sua carreira na magistratura do trabalho em 1989 no cargo de juiz do trabalho substituto.  Em 1993, foi juiz titular e atuou na Justiça do Trabalho na capital, em Nova Iguaçu, Macaé e Nilópolis. Em 2003, foi promovido a desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro. Também foi  presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra-1) de dezembro de 1999 a dezembro de 2001.

No dia 3 de abril, o pleno do TST escolheu os nomes dos magistrados para compor a lista tríplice para o preenchimento da vaga de ministro no tribunal. Além de Lopes, os outros nomes selecionados para fazer parte da lista foram os dos desembargadores Wilson Fernandes, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, e Francisco Rossal de Araújo, da 4ª Região, no Rio Grande do Sul.

Leia a íntegra do despacho de indicação do juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Evandro Pereira Valadão Lopes: 

“Nº 156, de 29 de abril de 2019. Encaminhamento ao Senado Federal, para apreciação, do nome do Senhor EVANDRO PEREIRA VALADÃO LOPES, Juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, com sede na cidade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro, para exercer o cargo de Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, na vaga reservada a juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, decorrente da aposentadoria da Ministra Maria de Assis Calsing”. 


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