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Prêmio Gabo

Robô Rui é um dos 10 trabalhos jornalísticos mais inovadores da Ibero-América

JOTA é um dos nomeados na categoria inovação do Prêmio Gabo de Jornalismo. Conheça os 40 nomeados em 4 categorias

Crédito: Divulgação

O JOTA é um dos indicados ao Prêmio Gabo de Jornalismo, um dos mais importantes do mundo, na categoria inovação pelo robô Rui, que cobre as inações do Supremo Tribunal Federal (STF) ao soar um alerta no Twitter quando os principais processos na Corte fazem aniversário sem movimentação.

Depois de três rodadas de julgamento, nas quais 1.730 trabalhos foram avaliados, os jurados do Prêmio Gabo 2019 selecionaram os 40 melhores trabalhos jornalísticos da Ibero-América divididos nas categorias texto, imagem, cobertura e inovação.

Entre os 40 indicados, dos quais fazem parte jornalistas e equipes jornalísticas de diferentes países da América Latina, serão definidos três finalistas de cada categoria, nomes que serão anunciados nos próximos dias.

Desse grupo de 12 trabalhos finais, sairão os quatro vencedores do Prêmio Gabo 2019, que serão anunciados no dia 3 de outubro na cerimônia de premiação que ocorrerá no Jardim Botânico de Medellín, durante o Festival Gabo.

O Rui

Os ministros do STF são dotados de um poder soberano e praticamente imune de controle social: o poder de manobrar o tempo. Sendo o Supremo um tribunal de estratégias e marcado por individualidades, este controle da inércia ou da ação é usado por cada um dos ministros conforme suas preferências ideológicas, circunstâncias internas e externas (mais ou menos favoráveis à posição que esperam vencedora), avaliações de impactos da decisão (social, econômico, político) ou de acordo com o resultado almejado.

O tribunal, que vive permanentemente uma crise de números, usa o volume excessivo de processos como cobertura para justificar ou acobertar suas escolhas.

A imprensa e a opinião pública terminam por acompanhar o Supremo em movimento, como se esta fosse a regra. A inércia é mais presente no STF do que o movimento, os processos parados são infinitamente mais numerosos do que os processos julgados. O plenário do Supremo julga, em média, 2,45 processos por sessão e contabiliza 989 processos na pauta, portanto, prontos para serem decididos. Com estatísticas como estas, acompanhar o Supremo por suas inações é tarefa primordial.

Para acompanhar o monitoramento das inações do Supremo, basta seguir o perfil @ruibarbot no Twitter.

Conheça todos os indicados ao Prêmio Gabo

Categoria Inovação

JOTA lança robô Rui para monitorar tempo que STF leva para julgar processos (Brasil)

● 5013 Homicidios CDMX, publicado em Dromómanos (México).

● Com olhos de ouvir, publicado em Antena 1 (Portugal).

● El verde palidece, publicado em Semana (Colombia).

● Huir como sea de Venezuela: un viaje de 8000 km a pie hasta la Argentina, publicado no La Nación (Argentina).

● Intercortados, publicado no Instituto Prensa y Sociedad de Venezuela (Venezuela) y Mujeres en la vitrina, migración en manos de la trata.

● Me robaron el iPhone en Madrid y me fui a Marruecos a recuperarlo, publicado no El Confidencial (España).

● O fim de uma facção, publicado no The Intercept Brasil (Brasil).

● Un castillo de naipes, publicado no El Colombiano (Colombia).

● Zonadivas.info, publicado no Pie de Página, Fusión, Enjambre Digital (México) y El Pitazo, TalCual, Runrunes (Venezuela).

Categoria Texto

● Abacá: esclavitud moderna en los campos de Ecuador, publicado em La Barra Espaciadora / Plan V (Ecuador).

● A vizinha, publicado na Revista Piauí (Brasil).

● Daniel Ortega, los chavalos y la tenebrosa máquina del tiempo, publicado no El Faro (El Salvador).

● El tormento de Katherine, publicado no The Clinic (Chile).

● La historia del niño preso en Texas que odia a su papá y quiere regresar a Chisec, publicado em Nómada (Guatemala).

● La sangre nunca fue amarilla, publicado no Periodismo de Barrio (Cuba).

● Las voces del JM, publicado no La vida de nos (Venezuela).

● O assassino mora ao lado, publicado no Jornal Zero Hora (Brasil).

● O general do capitão, publicado na Revista Piauí (Brasil).

● Volver para incendiar a Colombia, publicado no Gatopardo (México).

Categoria Imagem

● A caravana migrante que cruza o México em busca de asilo nos EUA, publicado na Revista Zum (Brasil).

● America First: El legado de una redada migratoria, publicada no Univision Noticias Digital (Estados Unidos); Monocultura da fé, publicado no Canal Futura (Brasil).

● As duas tragédias, publicado no Jornal O Globo (Brasil).

● A solas con Tiziana, la niña trans que rompió el silencio a los 8 años: “Soñaba que me miraba en el espejo y era nena”, publicado no Infobae (Argentina).

● Chapecoense: las claves oscuras del siniestro, publicado en CNN en español (Estados Unidos).

● El drama de bucear en busca de langostas, publicado no The Associated Press (México).

● La fiesta del fútbol, publicado no el canal regional Telepacífico (Colombia).

● La mina o la nada, publicado na Corporación RTVE (España).

● Monocultura da fé, publicado no Canal Futura (Brasil).

● Un museo a las tragedias pasadas, publicado no El Colombiano (Colombia).

Categoria Cobertura

● Crise do clima, publicado na Folha de S.Paulo (Brasil).

● El caso máster, publicado em eldiario.es (España).

● El país de las dos mil fosas, publicado em A dónde van los desaparecidos, Quinto Elemento Lab (México).

● Especial Fome, publicado na Agência Pública (Brasil).

● Frontera cautiva, publicado em Forbidden Stories (Francia), La Liga Contra el Silencio (Colombia), Verdad Abierta (Colombia), GK (Ecuador), La Barra Espaciadora (Ecuador), Plan V (Ecuador) y OCCRP.

● La noche más larga, publicado na Radio Ambulante (Colombia).

● Los cuadernos de las coimas, publicado no La Nación (Argentina).

● O maior escândalo sexual do esporte brasileiro, publicado na TV Globo (Brasil).

● #UmaporUma, publicada em Portal NE10, Jornal do Commercio y TV Jornal e Rádio Jornal.

● Venezuela sin datos, publicado no Efecto Cocuyo (Venezuela).