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O STF e a Ditadura Militar: uma entrevista com o autor de Tanques e Togas

No primeiro livro escrito por um jornalista sobre o STF, os bastidores do tribunal durante a ditadura

AJD. tanques e togas, ditadura militar
Composição do Supremo com 16 ministros na ditadura militar / Crédito: Supremo Tribunal Federal

Depois de pesquisar por dez anos documentos da ditadura militar, processos judiciais, acervos públicos e privados e de entrevistar ministros, ex-ministros, advogados e servidores do Supremo Tribunal Federal, o jornalista Felipe Recondo lançou o livro Tanques e Togas – O STF e a Ditadura Militar, pela Companhia das Letras.

A obra, cuja segunda edição deve ir às livrarias nos próximos meses, investiga a relação conflituosa do STF e do governo militar, especialmente entre os anos de 1964 e 1974. Dos preparativos para o golpe até a cassação de três ministros do STF e a aposentadoria de mais dois integrantes da Corte, Recondo busca descrever os conflitos, os julgamentos e o clima interno da Corte para que o leitor avalie a conduta do tribunal em tempos de exceção.

Recondo foi o entrevistado do podcast Salvo Melhor Juízo, produzido pelo professor de História do Direito na Universidade Federal do Paraná e da Unicuritiba Thiago Hansen.

No programa, Recondo é entrevistado por Hansen e por Heloísa Câmara, pesquisadora e professora de Direito no Unicuritiba e na UFPR, que também pesquisou as relações entre o Supremo e a ditadura militar.

O episódio, com 1h43min de duração, foi ao ar nesta semana. Nele, Recondo, que é diretor de Conteúdo do JOTA, conta detalhes da obra e relata os passos da pesquisa que resultaram neste que é o primeiro livro escrito por um jornalista sobre o Supremo Tribunal Federal.

Ouça aqui a íntegra deste episódio do podcast Salvo Melhor Juízo.


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